quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Figurinhas repetidas


Além de muito romântica, aquela história de musa inspiradora é realmente verdade. E provas disso não faltam. Woody Allen, por exemplo, é uma das figuras que mais musas teve - sua vasta lista inclui Diane Keaton e Mia Farrow. Atualmente, o diretor adotou Scarlett Johansson como sua nova inspiradora: a atriz protagonizou os últimos três filmes de Allen, Match Point (2005), Scoop - O Grande Furo (2007) e Vicky Cristina Barcelona (2008). De uns tempos pra cá, porém, dizem as más línguas que Scarlett já era e que agora é a vez da Jennifer Aniston. Pouco esperto esse Woody Allen, né?

O cineasta espanhol Pedro Almodóvar não quis saber de ficar para trás e elegeu ninguém menos que Penélope Cruz para ser sua musa inspiradora. A atriz já estrelou quatro filmes do aclamado diretor: Carne Trêmula (1997), Tudo Sobre Minha Mãe (1999), Volver (2006) e Los Abrazos Rotos (2009). A parceria entre Almodóvar e Penélope já dura mais de 10 anos e parece que não terá fim tão cedo. Sorte dos dois e dos cinéfilos também.

Além de Allen e Almodóvar, Quentin Tarantino também elegeu sua musa: Uma Thurman foi a estrela de Pulp Fiction (1994), Kill Bill: Volume 1 (2003) e Kill Bill: Volume 2 (2004) e já está confirmada para Kill Bill: Volume 3, que só deve ficar pronto em 2014. Recentemente, andam dizendo por aí que Diane Kruger é a nova musa de Tarantino. A atriz , que é alemã naturalizada norte-americana, participa do último filme do diretor, Bastardos Inglórios, como Bridget von Hammersmark. É inegável que Diane Kruger e Uma Thurman formam uma bele dupla de musas. O que não dá pra entender é Tarantino dizer que sempre foi fã e sempre amou Lindsay Lohan. Ok, abafa o caso.

Agora que já falamos das musas, é hora de falar dos musos. Sim, os diretores também têm seus musos inspiradores. E Wes Anderson não deixaria a gente mentir. Dos seis longas que já dirigiu (Bottle Rocket, Rushmore, Os Excêntricos Tenenbaums, A Vida Marinha com Steve Zissou, Viagem a Darjeeling e O Fantástico Sr. Raposa), seis - também conhecido como todos - têm Bill Murray e/ou Owen Wilson no elenco. Luke Wilson - irmão de Owen -, Anjelica Huston e Jason Schwartzman também são presenças constantes nas produções do diretor. Afinal, pra que mexer em time que tá ganhando?

9 Comtatos:

Anônimo,  21 de outubro de 2009 11:59  

Gosto muito dos textos do da Nádia. Mas achei esse confuso e com falta de informação, sem falar na falta de criatividade. O Tim Burton tb tem suas inspirações: Johnny Deep e Helena Bonham Carter, que participaram quase em absoluto de seus trabalho, até em animações. Fora outros exemplos. A impressão que tive é que faltou pesquisa.

Nathalya Buracoff 21 de outubro de 2009 12:33  

A Penélope Cruz é incrível! Agora comentando sobre o Tarantino Uma Thurman e Bridget von Hammersmark dão um show! Já a declaração infeliz sobre Lohan... Prefiro que o Archmed, o terrorista morto fale por mim...rs

Nádia Tamanaha 21 de outubro de 2009 12:50  

God damn it, no, no, Ala damn it hahaha!

Nádia Tamanaha 21 de outubro de 2009 13:38  

Caro Anônimo,

De fato, esse texto não foi minha obra prima. Mas ele segue o padrão dos meus outros textos no Comtatos, logo, acho que os outros são também confusos e com falta de criatividade e pesquisa. Achei que Tim Burton e Johnny Depp eram parcerias mais sacadas do que essas. Haja tempo, espaço e paciência pra listar todas as parcerias cinematográficas, não é?

Sua crítica é construtiva, portanto, é bem vinda. Por isso mesmo, acho que você poderia deixar o anônimo de lado e comentar sem medo.

Grata :)

Marcelo 21 de outubro de 2009 16:13  

Cara Nádia,

Discordo quando você diz que os seus textos seguem o mesmo padrão e por isso todos devem estar confusos e sem criatividade. Foi observações que fiz neste, em específico. Se Tim Burton é batido, o que dizer de Woody Allen e Scarllet Johansson? Ou Pedro Almodovar e Penélope Cruz? Tarantino e Uma Thurman?

Se não queria pegar casos batidos poderia ir para outro rumo então... “Haja paciência para listar?!” Acho que esse é o trabalho do jornalista, não? Se um texto vai te dar um pouco mais de trabalho você não vai escrever? Ou só escreve sobre assuntos do seu conhecimento?

Que bom que achou a minha critica construtiva. Mas não leve tudo para o lado pessoal. Continuo achando os seus textos bons, pelo menos os poucos que li, só acho realmente que esse ficou um tanto confusão e poderia se aprofundado melhor. Mas é só a opinião de um leitor.

Ronaldo Junior 21 de outubro de 2009 16:49  

Não acho que esse seja o melhor método de criticar alguém, afinal de contas, como você mesmo diz, não é recorrente. Então, colocar em xeque o papel de um jornalista em um blog que é feito por hobby, só porque o texto não te agradou é, ao meu ver, exagerado.

E depois dizer para não levar para o pessoal beira a sandice!

Espero que não leve minhas críticas como pessoais!

Fabio Camargo 21 de outubro de 2009 18:28  

É aquela velha história que aprendi com minha avó: se não tem algo de BOM prá falar, guarda prá você.

E Nanáaa, concordo contigo, mulher! Por que cargas d'água mexer em time que está ganhando, não é mesmo minha gente?

Nádia Tamanaha 21 de outubro de 2009 23:54  

Caro Marcelo,

Você tem todo o direito de criticar um texto. Mas não tem o direito de contestar a minha qualidade como profissional. Não porque sou foda. Mas porque você não me conhece e, como você mesmo disse, leu poucos textos meus.

Só para o seu conhecimento, não falo só do que sei. Já trabalhei com esportes, mercado de luxo, adolescentes, jornalismo feminino, curiosidades e fiz um TCC sobre futebol. Ou seja, acho que sei me arriscar.

De qualquer forma, ainda não sei quem você é. Marcelo é assim tão genérico quanto Scarlett e Woody Allen ;)

Nádia Tamanaha 21 de outubro de 2009 23:55  

Ah, só pra finalizar, nos casos de Woody Allen e Tarantino eu acrescentei informações sobre as próximas musas. Portanto, pesquisa não faltou. Talvez apenas um pouco mais de clareza. Continue acessando o Comtatos e comente mais vezes!

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