Avatar
O lançamento de Avatar é, com certeza, um dos mais esperados do ano. No universo do cinema, o filme dirigido por James Cameron - famoso pelo épico Titanic - é o assunto do momento há semanas. Mas quanto mais expectativa se cria em torno de algo, maior é a chance de uma decepção. Por isso, confesso: tive medo de assistir Avatar e deixar a sala de cinema depois de mais de 2 horas de filme com a sensação de "ah, então, era só isso?".
Mas, definitivamente, não foi o que aconteceu. Avatar pode não ser o melhor filme de 2009 e não ter a mais original das histórias. No entanto, a proposta de Cameron jamais foi fazer o longa do ano ou faturar o Oscar de Melhor Roteiro e, sim, inovar quando o assunto é efeitos visuais e conscientizar os telespectadores sobre as questões ecológicas da Terra. No filme, o fuzileiro Jake Sully (Sam Worthington) aceita substituir seu falecido irmão na expedição por Pandora, planeta rico em unobtainium (elemento caríssimo que poderia acabar com a crise energética da Terra).
Para tentar convencer os habitantes de Pandora a ceder o unobtainium, Jake se transporta para um avatar igual aos nativos do planeta, que são humanóides azuis e extremamente ágeis. Dessa forma, ele se infiltra em Pandora e é ensinado por Neytiri (Zoe Saldana) a andar, caçar e até falar como eles. É possível saber qual será o desenrolar da história ao ver as primeiras cenas de Jake no planeta. Mas as lindas paisagens, as lutas, a tecnologia e os efeitos visuais deslumbrantes fazem seu papel e tornam-se os elementos surpresa do filme.
Não tão trágico e nem tão romântico quanto Titanic, o novo filme de James Cameron parece ter um objetivo muito maior do que o longa que o fez famoso: Avatar realmente nos faz refletir sobre qual o futuro da humanidade. Mais do que uma história de amor ou aventura, a obra nos faz questionar: se encontrasse um planeta onde existe vida, será que o homem realmente tentaria destruí-lo, assim como está fazendo com a Terra? Ao mesmo tempo, nos faz sentir medo ao imaginar que a destruição do fictício Pandora é, na verdade, uma metáfora para o futuro - distante ou não - do nosso próprio planeta.
Avatar estreia amanhã, dia 18 de dezembro, nos cinemas.
PS: Isso não é uma crítica. É apenas a minha opinião sobre o filme ;)
Mas, definitivamente, não foi o que aconteceu. Avatar pode não ser o melhor filme de 2009 e não ter a mais original das histórias. No entanto, a proposta de Cameron jamais foi fazer o longa do ano ou faturar o Oscar de Melhor Roteiro e, sim, inovar quando o assunto é efeitos visuais e conscientizar os telespectadores sobre as questões ecológicas da Terra. No filme, o fuzileiro Jake Sully (Sam Worthington) aceita substituir seu falecido irmão na expedição por Pandora, planeta rico em unobtainium (elemento caríssimo que poderia acabar com a crise energética da Terra).
Para tentar convencer os habitantes de Pandora a ceder o unobtainium, Jake se transporta para um avatar igual aos nativos do planeta, que são humanóides azuis e extremamente ágeis. Dessa forma, ele se infiltra em Pandora e é ensinado por Neytiri (Zoe Saldana) a andar, caçar e até falar como eles. É possível saber qual será o desenrolar da história ao ver as primeiras cenas de Jake no planeta. Mas as lindas paisagens, as lutas, a tecnologia e os efeitos visuais deslumbrantes fazem seu papel e tornam-se os elementos surpresa do filme.
Não tão trágico e nem tão romântico quanto Titanic, o novo filme de James Cameron parece ter um objetivo muito maior do que o longa que o fez famoso: Avatar realmente nos faz refletir sobre qual o futuro da humanidade. Mais do que uma história de amor ou aventura, a obra nos faz questionar: se encontrasse um planeta onde existe vida, será que o homem realmente tentaria destruí-lo, assim como está fazendo com a Terra? Ao mesmo tempo, nos faz sentir medo ao imaginar que a destruição do fictício Pandora é, na verdade, uma metáfora para o futuro - distante ou não - do nosso próprio planeta.
Avatar estreia amanhã, dia 18 de dezembro, nos cinemas.
PS: Isso não é uma crítica. É apenas a minha opinião sobre o filme ;)
Olha! Confesso que eu não estava muito aí pra este filme. Mas depois da sua opinião, até deu vontade de conferir os Smurffs no cinema..rs
Parece bem interessante.
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