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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Quando Setembro Chegar (2/4)

Segunda parte do nosso especial trazendo as novas séries de TV que estréiam em setembro. Vamos a elas:

Cougar Town: Recentemente divorciada, Jules Cobb (Courteney Cox de Friends) tenta conciliar a maternidade, uma carreira de sucesso e ainda se aventurar em novos relacionamentos. A série mostra como uma mulher encara a vida, o amor e a idade após os 40.
Gênero: Comédia
Estréia em 23/09 na ABC



Eastwick: Com esse título, fica fácil saber sobre o que é essa série. Esta é a terceira tentativa de adaptar o livro 'As Bruxas de Eastwick' de John Updike para a TV. A história gira em torno de Joanna (Lindsay Price), Kat (Jamie Ray Newman) e Roxie (Rebecca Romjin), três mulheres muito diferentes que a princípio não se gostam muito. Depois de um bizarro encontro no parque e alguns martinis, elas se transformam em grandes amigas e descobrem que possuem talentos especiais. A chegada de um novo morador, Daryl Van Horne (Paul Gross) vai transformar ainda mais suas vidas e, a medida que ele as envolve, mais seus poderes se desenvolvem.
Gênero: Drama/ Fantasia
Estréia em 23/09 na ABC


FlashForward: um misterioso fenômeno faz com que as pessoas percam a consciência por 2 minutos e 17 segundos e, nesse tempo, tenham uma breve visão de como suas vidas estarão em 6 meses. O agente do FBI Mark Benford (Joseph Fiennes de Shakespeare Apaixonado) tenta descobrir porque isso aconteceu e quem ou o que está por trás disso. Ele então começa a montar as peças desse quebra-cabeças perguntando às pessoas o que elas viram. Essa série também é baseada em um livro, desta vez a obra de mesmo nome, é de Robert J. Sawyer e curiosamente, o livro, publicado em 1999, se passa em 2009.
Gênero: Drama/ Sci-Fi
Estréia em 24/09 na ABC


The Forgotten: Essa produção de Jerry Bruckheimer (que tem em seu currírulo CSI Las Vegas, Miami e NY, Without a Trace e Cold Case) mostra um grupo de detetives amadores - The Forgotten Network - formado por cidadãos voluntários liderados pelo ex-policial Alex Donovan (Christian Slater) que deixou a corporação após o desaparecimento de sua filha. Eles tentam solucionar assassinatos de indigentes, primeiro identificando a vítima e em seguida tentando encontrar o assassino.
Gênero: Drama/ Policial
Estréia em 22/09 na ABC


Glee: Nessa comédia/drama/musical, um professor muito otimista tenta transformar em estrelas um grupo de alunos exilados por seus colegas. Will Shuster (Matthew Morrison) precisa preparar seis alunos para uma competição regional e ainda lidar com as críticas e descrença de alunos, professores e até de sua esposa.
Gênero: Comédia/ Musical
Estréia em 09/09 na Fox


The Good Wife: Alicia Florrick (Julianna Margulies de ER) é forçada a voltar a advogar quando seu marido Peter (Chris Noth de Sex and the City) vai parar na cadeia após um escândalo envolvendo corrupção e sexo. Colocando de lado a humilhação e traição, Alicia consegue um trabalho através de um amigo dos tempos de faculdade e tenta se readaptar após 13 anos de afastamento das cortes.
Gênero: Drama
Estréia em 22/09 na CBS

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sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Dicas Culturais dos Twitteres para o Fim de Semana

Ahhh! Como é bom o Fim de Semana! Relaxar, se divertir, conhecer novos lugares. O ComTatos, que nunca te deixa na mão, trouxe ótimas dicas pra você não ficar "moscando" em casa! Temos dicas pra todos os bolsos. Dicas gratuitas e pra quem pode gastar um pouco a mais. Vamos lá!

Observação: clicando na imagem você será direcionado para a página dos Twiteres que deram a dica e logo abaixo você encontrará um link para mais informações.
















Muito Obrigado a todos que colaboraram com mais essa edição de dicas culturais.

E se você quiser contribuir é só seguir o @comtatos no Twitter e na sexta que vem mandar a sua dica.

Ótimo Fim de Semana!

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Investimento musical

O segundo semestre de 2009 está repleto de atrações musicais internacionais. Quando as vendas dos ingressos são anunciadas, a certeza de que você finalmente verá aquele cantor/artista/banda incrível dá início a um ansioso período de espera.

Junto com a ansiedade para que o dia do evento chegue logo, as dívidas no cartão de crédito também começam a lhe preocupar. Claro, porque só pode haver um acordo comercial entre produtoras para impedir que as turnês dos artistas sejam divididas igualmente entre os meses do calendário. Assim, o seu salário nem sempre tem fôlego para pagar três compras de ingresso no mesmo mês.


Se você fosse comprar um par de ingressos (valor de entrada inteira) para alguns dos próximos shows internacionais confirmados em São Paulo, você gastaria, R$ 6.200 (escolhendo Planeta Terra) ou R$ 6.320 (indo no Maquinária 2009), sem contar bebidas, estacionamento e afins. E olha que ainda nem coloquei o AC/DC na lista...



Ir ou não ir, eis a questão:
02 a 13/09 – Blue Man Group
11/09 – Beirut
12/09 – Children of Bodom
6/09 – Lily Allen

18/09 - Jerry Lee Lewis
03/10 - Jojo 06 e 07/10 - Laura Pausini
15/10 Living Color
20 e 21/10 - Sarah Brightman
27/10 - IL Divo
7/11 - Planeta Terra: Macaco Bong, Móveis Coloniais de Acajú e Primal Scream
7/11 - Maquinária Festival 2009 - Faith No More, Jane's Addiction e Deftones
14/11 Twisted Sisters
21/11 - The Killers



Os grandes entendedores do mundo das finanças não cansam de repetir que o mais indicado é que você mantenha uma reserva monetária para casos emergenciais. E um show imperdível se enquadra no contexto. Por isso, para poder conferir todas essas atrações, nada mais sensato do que a criação de uma Poupança Show.

Eu, que não tenho este cofrinho musical, esperei receber uma graninha para comprar ver o Whitesnake de novo e me dei mal. Demorei tanto que os ingressos acabaram e eu fiquei chupando o dedo. Agora o Titio Coverdale está com laringite e cancelou vários shows pelo mundo. Já pensou se ele pára de fazer shows para todo o sempre? (Bate três vezes na madeira).

Portanto, se você não quiser perder algum dos shows listados; não quer ficar com a conta negativa ou com o nome do SPC, é bom tirar a poeira daquele cofre de pouquinho que ganhou da sua tia/vó/mãe e poupar a grana de algumas cervejas até o fim do ano. Eu já abri mão do Living Color e estou fazendo as contas para poder ver Faith No More e AC/DC. E você, em qual desses shows vai torrar o doce dinheirinho?

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Histórias, sons e imagens

Cinebiografias são mais do que blockbusteres. São o casamento perfeito entre música e cinema. Prova disso é que, antes mesmo de completar uma semana da morte de Michael Jackson, veículos de comunicação já anunciavam que Jamie Foxx e Johnny Depp viveriam o Rei do Pop nas telonas. Os produtores da que seria a última turnê de Jackson também não perderam tempo e anunciaram: o documentário This is it, que mostra cenas dos últimos ensaios do cantor, deve chegar aos cinemas no próximo dia 28 de outubro. Enquanto os filmes sobre MJ não chegam às telonas, você pode se deliciar com as histórias de outros astros da música. Dê uma olhada nas sugestões do ComTatos:

La Bamba

Quem nunca dançou ao som do famoso trecho "Para bailar la bamba, para bailar la bamba, se necesita una poca de gracia" nas festas de casamento, formaturas e afins? O trecho em questão é de La Bamba, releitura de uma música folclórica mexicana que se tornou o maior sucesso de um jovem cantor. No entanto, existe muita história por trás desse hit. E é exatamente por isso que, em 1987, a canção deu título ao filme que conta a triste e inspiradora biografia de Richard Valenzuela, que conhecemos como Richie Valens. Nascido em 1941, o cantor mexicano teve apenas 18 anos para fazer história no mundo da música - já que morreu em 1959 em um acidente de avião. E fez. Além do mega hit La Bamba, Valens lançou também Donna e We Belong Together. Para dançar, cantar, chorar e se inspirar com a história completa do cantor, é só assistir La Bamba.



Selena

Selena Quintanilla, ou apenas Selena, não chegou a fazer muito sucesso no Brasil. Não houve tempo. Em 1984, a cantora, norte-americana e filha de mexicanos, estreou com o CD intitulado Mis Primeras Grabaciones. Foram mais 5 álbuns até 1989, quando assinou um contrato com a EMI, lançou o bem-sucedido álbum Selena e tornou-se a garota propaganda da Coca-Cola. A carreira ia bem até o fatídico ano de 1995, quando uma fã da própria cantora,Yolanda Saldíva , assasinou-a com um impiedoso tiro nas costas. A triste história de uma carreira interrompida resultou no filme Selena, que lançou Jennifer Lopez, em uma atuação indiscutível - sem falar na semelhança física com a cantora -, ao mundo do cinema e da música. Vale a pena conferir.

Ray

Em 2004, a vida de Ray Charles virou filme. Intitulada Ray, a cinebiografia conta como o pianista e cantor perdeu a visão, as histórias com as várias amantes, o envolvimento com drogas e, claro, fala daquilo que o transformou no Ray Charles que todos conhecem: as composições. O ator Jamie Foxx foi quem deu vida ao ícone do R&B e Soul e a atuação impecável lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator. Ray faturou também a estatueta de Melhor Som.

Johnny & June

Se transformar a história de um artista em filme já é uma boa ideia, imagine contar a história de dois? Essa foi a missão do filme Johnny & June, lançado em 2005. Intenso e emocionante, o longa narra a trajetória conturbada de Johnny Cash e seu envolvimento com as drogas. No entanto, o relacionamento amoroso com a também cantora June Carter é o foco principal do filme. Dirigida por James Mangold, a cinebiografia tem como protagonistas Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz.

Cazuza - O tempo não pára

Foram apenas 9 anos de carreira. O suficiente para que Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, fizesse uma história digna de filme. Assim, em 2004, Daniel de Oliveira se transformou no cantor e, ao lado de atrizes como Marieta Severo, Leandra Leal e Andréa Beltrão, mostrou aos fãs do polêmico Cazuza verdadeira história desse ícone do rock brasileiro.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

A Arte da Paz

Se você é de São Paulo já deve ter reparado que no Metrô existem máquinas que vendem livros. Um desses livros leva o título de A Arte da Guerra, escrito porSun Tzu. Um livro que conta as estratégias adotadas para um combate racional, mas uma guerra que mata inocentes não pode ser racional. Assim como a literatura, uma outra arte escreve sobre a guerra e promove a paz: a música.

Principalmente pela linguagem do Rock´n´Roll, já vimos uma série de canções que cantam os absurdos de uma luta armada. One do Metallica mostra a dor acima de tudo e em determinado momento fala O campo minado levou minha visão. O Dire Straits criou uma pérola, Brothers in Arms relata o companherismo em um combate "e apesar de terem me ferido gravemente, em meio ao medo e ao pânico, vocês não me abandonaram, meus companheiros de batalha", mesmo quando eles acreditam em outra coisa "somos tolos de guerrear contra nossos companheiros de batalha".



O Sistem of a Down, conhecido por suas letras de protesto, tem em seu currículo uma letra bastante audaciosa tratando de terrorismo, suas causas e fatores. O refrão leva para um grande e sonoro "BOOM! BOOM! BOOM! BOOM! Toda vez que você solta a bomba, Você mata o Deus em que o seu filho nasceu. BOOM! BOOM! BOOM! BOOM!". Agora, poucas músicas tem uma composição tão bela quanto Carta aos Missionários da banda Nenhum de Nós, que menciona a crueldade "Missionários em missões suicidas/Crianças matando crianças inimigas/Generais de todas as nações, fardas bonitas, condecorações/Documentam na nossa história/O seu rastro sujo de sangue e glória"



Mas nem tudo é horrível, algumas músicas tratam exatamente do oposto, a mais famosa delas é Imagine de John Lennon que canta assim "Imagine todas as pessoas/Vivendo a vida em paz/Talvez você diga que eu sou um sonhador/Mas não sou o único/Desejo que um dia você se junte a nós/E o mundo, então, será como um só, o Rei do Pop, Michael Jackson também deixou sua marca e Heal the World é a marca de que ele queria fazer alguma coisa pelo mundo "salve o planeta/Faça dele um lugar melhor/Pra você e eu/E toda a raça humana/Tem pessoas morrendo/Se você se importa o suficiente com os vivos/Faça do mundo um lugar melhor/Para você e para mim". Você pode até discutir se isso realmente faz alguma diferença, mas é indiscutível que se há tantas músicas que levam essa mensagem, algo ou alguém já deve ter sido influenciado por elas.

Pra finalizar, a música que virou um hino a paz, principalmente, porque foi ttrilha sonora do MARAVILHOSO filme Bom Dia, Vietnã. A voz marcante de Louis Armistrong cantando"Eu vejo os céus azuis e as nuvens tão brancas/O brilho abençoado do dia, e a escuridão sagrada da boa noite/E eu penso comigo/que mundo maravilhoso".



Love and Peace!

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CEBOLINHA, O Maiolal



Cebolinha é mais um dos muitos personagens biográficos criados por Maurício de Sousa a partir de 1960. Sua característica mais marcante é trocar a letra erre pela ele, a tão conhecida e agora famosa dislalia (distúrbio na fala), que lhe traz alguns pequenos inconvenientes, mas muito mais simpatia, além disso possui apenas cinco fios de cabelo. Mas nada é mais interessante que suas tentativas, mirabolantes, de pegar o coelhinho da Mônica, Sansão. Os famosos planos infalíveis, como ele mesmo intitula, tem um objetivo maior: tolná-lo o dono da lua.

Cebolinha é, em última análise, uma espécie de anti-herói como tantos outros personagens existentes em outras histórias em quadrinhos.

Como a maioria dos personagens criados por Maurício de Sousa, este também tem a sua origem baseada em uma pessoa real que o autor deve ter conhecido em Mogi das Cruzes e possuía a especial característica de trocar as letras (e eu que pensava que ela pula lenda, olas bolas). Curiosamente, foi criado antes da própria Mônica, que surgiu em 1963. Sua primeira revista foi publicada em 1973, tornado-se uma das mais vendidas em todo país. Sua voz, criada especialmente para os desenhos produzidos para a televisão e cinema é considerada única.

Dos personagens coadjuvantes que participam de suas histórias, fora a célebre turma (Mónica, Magali e Cascão), o que mais me agrade é, sem dúvida, o Louco, mas há muitos outros como, por exemplo, o Capitão Feio, o Floquinho, entre tantos.


Não há, nas histórias em quadrinhos brasileiras, personagem mais dúbio e, ao mesmo tempo, mais carismático, talvez porque seus fãs apreciem seu jeito bonachão, seus constantes erros (ou seliam elos), ou mesmo sua enorme rabugice e simpatia. Como explicar tamanha empatia?

E aí cabe um aprofundamento na questão: qual é o melhor personagem, o mais carismático? O Cebolinha ou a Mônica? Ou podemos partir para uma análise mais abrangente: será que o Pato Donald é melhor que o Mickey? O Superman mais importante que o Batman? O Patolino é mais interessante que o Pernalonga? Essas questões, definem, pra mim a importância dos dois personagens.

Todos eles têm um papel no desenrolar de uma história na qual participam. No entanto, são os maiores exemplos de interdependência em um enredo, sendo que à existência de um trouxe mais vivacidade, qualidade e carisma ao outro. Desta forma, a discussão de ser o melhor ou o mais legal perde o sentido, e passa-se a apreciar o todo.

No Brasil, Cebolinha e Mônica representam o maior exemplo de personagens que, pelas suas características, se completam. Suas birras, intrigas, ciúmes e paixões são notáveis. E nunca é demais lembrar que se tornou falatório sem tamanho a capa da revista Turma da Mônica Jovem com a Mônica sapecando um beijo no atual Cebola.


Para se ter uma idéia da popularidade do Cebolinha, basta apenas fazer uma simples busca no Google ou o Bing, para encontrar os mais diversos sites que “teorizam” sobre o comportamento do personagem, desde o cultuado Wilkipédia, aonde há até um texto, que por sinal é muito parecido com o de outro site, o Wilki Média, aonde se faz uma singela homenagem, trocando todos os erres do texto por eles. Há também um texto muito parecido no descicoplédia, que parodia demais o personagem, há, atenção especial às supostas e hilárias intimidades do Cebolinha.

Leiam mais quadlinhos e cholem de tanto lir.

Pra finalizar, um convite. Há outros muitos exemplos que poderiam ser aqui citados sobre interdependência entre personagens, como por exemplo: O Popeye poderia existir sem o Brutus? Piu-Piu seria o mesmo sem o Frajola? Mande seus exemplos pra gente!

FUI!

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Dicas dos Twitteres para o Fim de Semana

BRRRRRRR!!! Esfriou. Mas isso nunca impediu a gente de sair de casa e curtir um bom passeio, um bom programa cultural. Por isso, contamos, sempre, com a ajuda dos Twitteres para sabermos o que fazer quando saímos de casa. Hoje, temos dicas que vão desde bares até uma exposição que tem Raul Seixas como tema.

Gostaria de agradecer aos Twitteiros que nos ajudaram a montar mais essa programação para o Fim de Semana!

Observação: As imagens direcionam para a página dos Twiteres e abaixo você encontra um link para mais informações da dica.
















Gostou das dicas? você pode contribuir também, basta seguir o @comtatos e mandar sua dica na sexta-feira que vem!

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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O fenômeno da dublagem

Não há quem tenha seus 20 e poucos anos que não se lembre nos começos dos desenhos animados da época o nome das empresas de dublagem. Gota Mágica de um lado, BKS de outro e até a Herbert Richards. Além da inesquecível Marshmallow.

Pois bem, não é sobre essas empresas que vou falar, mas sobre o tema dublagem. Você, provavelmente já brincou disso quando era criança, ou até como adolescente ao deixar a TV muda e imitar alguém que estivesse falando além de tantas outras brincadeiras.

Bom, como a web é um território livre e até certo ponto aberta para qualquer tipo de "maluquice" surgiu, há algum tempo atrás, o fenômemo das dublagens no YouTube. Os internautas brasileiros, criativos como sempre, começaram a encontrar vídeos de cantores e artistas indianos e do leste europeu. Esses artistas, que prezam pelo jeito estranho de dançar receberam versões dubladas de suas músicas e viraram hit na internet. Sobrou até para um brasileiro que recebeu uma nova versão de sua "poesia".

Vejam algums vídeos dessa "febre"

"Rivaldo sai desse lago"



"Tônico com guaraná"



"Maicow Nite"



Além do inesquecível "System of Vila"



E você, tem seu vídeo engraçado? Mande pra nós que a gente coloca no ComTatos.


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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Such a killing band

"Quando escuto The Killers, tenho vontade de sonhar e sinto como se pudesse realizar todos os sonhos que já tive", diz Nádia Tamanaha, fã incondicional da banda.

Se essa declaração sincera e parcial não foi capaz de fazer você ficar com vontade de escutar The Killers, tudo bem. A jornalista Nádia Tamanaha deixa todas as sensações, tão pessoais e subjetivas, de lado e conta para vocês porque ir ao segundo show da banda no Brasil pode valer a pena. Preparado?

A história do Killers começou em Las Vegas, quando, em 2001, o vocalista Brandon Flowers e o guitarrista Dave Keuning começaram a dar os primeiros passos na carreira musical. O primeiro álbum, batizado Hot Fuss, levou três longos anos para ficar pronto. Mas, ao que tudo indica, a demora valeu a pena. Em pouco tempo, o single Somebody told me conquistou as paradas com o som dançante e os sintetizadores aguçados e fez de Flowers e companhia a banda do momento. Mr. Brightside, All these things that I've done e Smile like you mean it apenas confirmaram o sucesso do álbum de estreia.

Dois anos após o lançamento do bem-sucedido Hot Fuss, o desafio não era mais apresentar o Killers ao mundo. Mas, sim, superar as altas expectativas geradas pelo primeiro trabalho. E para cumprir essa árdua tarefa, a banda produziu Sam's Town, disco em que eles já não pareciam mais os caras que fizeram um sucesso estrondoso com uma música do estilo de Somebody told me. Sem os sintetizadores, tão característicos do primeiro trabalho, a banda de Las Vegas voltou apostando na guitarra pesada de Keuning e em letras mais profundas.

E, justamente por ser tão diferente de Hot Fuss, Sam's Town chegou a decepcionar alguns críticos e adoradores da banda. Mas este segundo álbum era muito mais do que a continuação de uma carreira. Este segundo álbum mostrou aos fãs, ex-fãs e futuros fãs o que realmente era o Killers. E canções como When you were young e Bones se encarregaram de provar que o verdadeiro Killers podia ser ainda melhor do que o apresentado no álbum de estreia.

Em 2007, o sucesso continuou quando, já consagrados, os meninos de Las Vegas lançaram Sawdust, um presente especial para os fãs - segundo adesivo colado na própria embalagem do CD. Composta por lados B, raridades, novas versões de músicas já lançadas e covers, a compilação funcionou como um álbum de inéditas e distraiu os fãs até que um novo trabalho fosse lançado - o que não demorou tanto assim.

Em 2008, o Killers voltou com Day & Age, que mistura os sintetizadores e a batida dançante de Hot Fuss com as letras profundas de Sam's Town. E parece que a combinação entre os principais ingredientes de cada um dos dois álbuns anteriores resultou em um trabalho para fã nenhum botar defeito: muitos acreditam que Day & Age, com sucessos como Human e Spaceman, é o melhor CD que a banda já fez.

E para assistir tudo isso ao vivo, é simples: o The Killers, que foi a atração principal do Tim Festival em 2007, já tem data marcada para voltar ao Brasil. A banda faz shows em São Paulo e Rio de Janeiro nos dias 21 e 24 de novembro. E aí, vai perder?

Ingressos e informações aqui: www.livepass.com.br

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Qual seu Vício?

Twitter? Blog? Facebook? Orkut? MSN? Ning?

Qual é seu vício???

Hoje em dia, cada vez mais as pessoas estão conectadas. Aquela velha máxima de que as pessoas estão a apenas seis contatos de qualquer outra no mundo é cada vez mais verdade nesse mundo tão grande e cada vez mais próximo com o advento das redes sociais. (explico isso melhor em um próximo post).

Voltando ao tema, pergunto. Qual é a primeira coisa que você faz ao entrar na internet? Vê seu e-mail (para os mais antigos) e logo depois acessa uma rede social. Isso se você não ficar conectado o dia todo pelo celular (o que é cada vez mais comum).




Pensando nisso, surgiu um vídeo na internet e no LinkNinja sobre uma tal "Social Media Addicts Association". A Associação, uma espécie de Alcóolicos Anonimos da web vem a calhar(estava com vontade de escrever essa palavra) com a nossa extrema dependência em relação as mídias sociais.



E aí, já se inscreveu? Se sim, qual a rede social que te "intoxicou"?

Dica de @fabiocamargo

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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Game Over

A vida é realmente um vídeo-game. Nos primórdios era como o telejogo, ía-se de um lado pro outro sem saber o que fazer. Então veio a fase do Pacman, viviamos pra comer e comíamos pra viver, depois a fase do River Raid, simples e doce: pega-se o aviãozinho e vamos ultrapassando os obstáculos sem fim, sem fim mesmo. E mesmo assim era divertido, fácil de interagir, nada muito complexo, como antigamente.

Telejogo - PacMan - River Raid

Mas os humanos não podem ficar parados, temos que evoluir e fomos lançados para algo realmente diferente: a fase da socialização. Mários e Luigis, convivendo juntos, Sonic e Knuckles passando cada vez mais rápidos pelos seus objetos em comum, famílias inteiras de Donkey Kongs se matando por cachos de banana. A socialização nos levou a patamares cada vez mais elevados de discussão, e as discussões levaram às guerras, um verdadeiro Mortal Kombat. O homem que ao mesmo tempo passou a viver em sociedade passou a brigar com seu semelhante, e na maioria das vezes sem mesmo saber o porquê, como no Street Fighter, que só se descobre o motivo da luta quando já vencemos.


Super Mario Bros - Sonis Knuckles - Donkey Kong Country




Fomos ficando cada vez mais impessoais, cada vez mais distantes, passamos a criar nossos próprios mundos, como em SimCity. Passamos a simular nossos maiores prazeres: futebol (internacional Super Star Soccer), sexo (Playboy: The Mansion) e rock´n´roll (Guitar Hero). Passamos a retratar nossa solidão como algo tão triste que enfrentaríamos as maiores dificuldades para ter alguém por perto como no Shadow of Collosus. A solidão é tamanha que parece que vivemos sozinhos numa multidão e que todos estão contra nós, como em Resident Evil.

SimCity



Neste mundo de comparações, existem alguns pontos que, geralmente, elevam as semelhanças entre a vida e os vídeo-games:

As fases são a completa reprodução de partes de uma vida, você sempre passa por boas e más fases durante seu percurso, assim como nos jogos eletrônicos.

Os Chefes são seres que lhe impedem de continuar jogando, ou fazem você melhorar no decorrer do jogo. Afinal de contas, alguns lhe dão poderes ou sabedoria que você não tinha antes, como em Megaman.


Options são configurações que você deveria ver antes de começar a jogar, mas a maioria não vê. Você poderia por exemplo, começar no modo fácil, e ir dificultando enquanto se joga, mas ao invés disso a ansiedade lhe consome e logo a pessoa já está jogando.

Códigos existem em alguns jogos e, assim como na vida, alguns usam pra se beneficiar e passar pelo desafio de forma mais simples que os outros. Às vezes, a gente pára pra pensar como é que fulano conseguiu chegar tão longe, tão rápido. E na maioria das vezes descobre-se que os códigos foram usados.

Agora, existe algo nos jogos que a vida não tem e que muita gente gostaria que tivesse para poder corrigir alguns erros: o Continue!

Por isso, é bom ver e rever a estratégia quando se começa o jogo da vida porque se você perder é Game Over.

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