Dicas para o Fim de Semana
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Bom fim de semana e divirta-se!

Façam ComTatos!

Domingo agora acontece a quarta edição do Open Jazz, patrocinado pela Telefônica. A apresentação será no Parque da Independência e sabe quem estará lá?
Se você disse Dianne Reeves e Buddy Guy, você ganhou um milhão de reais acertou! :-)
"Ah, mas show de jazz estrangeiro no Brasil custa o olho da cara.." Procede, mas não desta vez, meu caro! O Open Jazz é gratuito, e tem curadoria do meu amigo Zuza Homem de Mello. E ele fez muito bem trazendo uma das vocalistas mais celebradas do mundo - ganhadora de três Grammys seguidos, como Melhor Performance Vocal de Jazz -, nossa querida miss Reeves. Quem for ao Ipiranga também terá a oportunidade de conferir de perto a maestria de um dos maiores guitarristas de blues da face da Terra: Buddy Guy!
E pode ir mesmo assistir o Open Jazz, porque cabem cerca de 25 mil pessoas por lá, viu? Nós, do ComTatos, estaremos por lá! É só gritar pelos nossos nomes que faremos contato! ;)


De 21 de outubro de 2009 até 28 de fevereiro de 2010 ocorre a mostra comemorativa dos 40 anos dos quadrinhos marginais. O evento teve em sua inauguração, no dia 17/10, uma palestra significativa com a presença de João Gualberto Costa (Gual); do cartunista Marcatti; Will (Quarto mundo) - e Tiago Judas (Sociedade Radioativa), que na oportunidade descreveram como foi o desenvolvimento das obras underground no Brasil, traçando um paralelo com o resto do mundo e a sua influência e representatividade no Brasil.
Para Will, do Quarto Mundo, um coletivo de quadrinistas independentes, “seria ótimo se o autor ficasse só desenhando. Mas, atualmente, você tem que entender do processo de impressão e fazer a sua revista na unha. Ir atrás de patrocínio, gráfica e distribuição.” Ele explica que o Quarto Mundo é um coletivo de autores que se auto-produzem, primando para manter a diversidade de cada um preservada. “O independente não é só uma necessidade é mas do que isso, é um fundamento.”, afirma.
Marcatti completa que o Brasil pode não ter volume de publicação, mas tem diversidade de autores e uma produção de HQ extremamente criativa. “Se tomarmos as rédeas da produção, nos tornaremos vitrine”, diz o quadrinista.
“O bom da cena independente é que as pessoas não se copiam. Elas seguem a própria criatividade. E isso só tem a somar para a diversidade do quadrinho brasileiro”, conclui Will.
Na exposição, há diversas imagens, sendo algumas marcantes no mundo do quadrinho marginal, exibindo-se capas, páginas internas, heróis e anti-heróis, balões, vinhetas, traços famosos e presentes nas mais diversas revistas, como a Boca, Balão, Lodo, Capa, Meia de Seda, Papagaio, As Aventuras de Robert Crumb, Freak, Zap (Acervo da Gibiteca Henfil).
Os quadrinhos marginais começaram a ser publicados nos Estados Unidos no final dos anos 60, tendo a revista Zap Comix, como marco inicial, sendo esta obra publicada e editada por nada mais, nada menos, do que o grande e lendário Robert Crumb. (Aliás, Robert está com uma nova obra a respeito do antigo testamento, mais precisamente sobre o Éden. O material está, surpreendentemente, entre as mais vendidas revistas de HQs nos Estados Unidos, no mês de outubro de 2009.)
Nos anos 70, os quadrinhos marginais tiveram enorme destaque no Brasil, uma vez que na época, diante da ditadura militar que governava o País, eram as referidas revistas o principal crítico aos desmandos o qual eram expostos o público. Quem não se lembra de Henfil, com seus marcantes personagens, como o Fradin, que criticava, de forma corajosa os poderosos que governavam o País?!
Já nos anos 80 e 90, os quadrinhos marginais brasileiros se tornaram referência tanto pela sua criatividade, como pelo seu censo crítico, sendo cultuados, e, por que não copiados por outros ramos dos quadrinhos. Não é por demais dizer que todos os elogios são todos merecidos, portanto, vida longa à marginalidade.
Muitos foram os talentos revelados pelos quadrinhos marginais, artistas importantes, gente graúda como o Laerte, Mutarelli, Angeli, os irmãos Caruso, dentre muito outros. Sua importância para o desenvolvimento dos quadrinhos nacionais é essencial. Portanto, uma visita à mostra, para os apaixonados pelos quadrinhos, é sem dúvida missão obrigatória para o próximo fim de semana livre.
*P.S: Texto escrito por Carlos Alberto e Nathalya Buracoff em visita à Gibiteca Henfil no centro Cultural São Paulo.
Continue lendo >>Aviso: este texto trata-se de um relato de fã e não uma cobertura jornalística.
Amanhã é o famoso dia em que aquela tal banda The Killers fará sua segunda apresentação no Brasil. E quem são esses carinhas de Las Vegas? O que significa ter dois shows em três anos de Brandon Flowers, Mark Stoermer, Dave Keuning e Ronnie Vannucci [não confundir com Fernando Vanucci]?
O quarteto vem à terrinha amada tocar o aclamado álbum Day & Age, lançado no ano passado, e para relembrar os sucessos fodásticos de Hot Fuss [2004] e de Sam's Town [2006]. A primeira vez deles por aqui foi no Tim Festival de 2007, e eu estava lá. Então posso dizer de boca cheia que você leitor, fã ou não da banda, não pode deixar de ir amanhã às oito da noite no sítio do Joca na Chácara do Jockey. Serão 200 [pista] ou 350 reais [vip] muito bem investidos para sijogar noite afora.
Então, para ir aquecendo os ouvidos e deixando todos mais ansiosos [né, Nádia?] enquanto não chega o grande momento, vos deixo aqui com alguns vídeos que eu fiz na apresentação deles no TIM Festival de 2007, aqui em Sampa.
When You Were Young [rumores de que será a última música do show]
Read My Mind
Somebody Told Me
Adendo
Para assistir outros vídeos, clique nos links abaixo:
- Sam's Town
- Smile Like You Meant It
- Jenny Was a Friend of Mine
- Mr. Brightside
- Bones
A cantora inglesa Sophie Madeleine se descreve como uma "senhorita velha", que adora curtir um bom chá e um delicioso pedaço de bolo - afinal, ela é britânica. No entanto, basta ver um vídeo de Sophie para descobrir que ela é também uma garota doce, tímida e muito talentosa. "Eu prefiro observar e contemplar do que ser o centro das atenções". Mas é praticamente impossível não se tornar o alvo dos olhos e ouvidos atentos dos viciados em música quando um ukulele - espécie de cavaquinho havaiano - e uma voz doce, porém marcante, são seus instrumentos de trabalho.

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É fato que quando junta-se muito, mas muito brasileiro, sempre acontece o efeito muvuca! No Twitter não ia ser diferente. Segundo o IBOPE, em Maio deste ano 3,7 milhões de pessoas utilizaram o serviço de microblogs. Bastante gente, não é? Quem usa o site sabe que em alguns bons casos é possível ter contato com pessoas de fama, ou pseudo-fama, e isso gera um verdadeiro fuzuê (eu sei, esse termo é velho demais). A possibilidade de ganhar notoriedade por causa do número de seguidores é levada a sério, e muita gente disputa follow a follow como numa corrida de cavalos.
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